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Fisioterapia · Acupuntura

Josleiny Reis Pimenta

Fisioterapia e Acupuntura — Crefito 84546-F

Fisioterapia (Unifran), com pós-graduação em Acupuntura e em Fisiologia do Exercício, mais de 15 anos de experiência em traumato-ortopedia funcional, acupuntura e dermatofuncional. Trabalha com assistência humanizada, integrando saúde física, emocional e comportamental, com práticas baseadas em evidências — tratamento da dor crônica, acupuntura e acompanhamento em Medicina do Estilo de Vida. Atende homens e mulheres adultos.

Josleiny Reis Pimenta, fisioterapeuta e acupunturista da Mental Help
“Mais do que aliviar a dor, ajudo pessoas a recuperar a qualidade de vida e a assumir o protagonismo da própria saúde.”Josleiny Reis Pimenta

Dúvidas comuns sobre fisioterapia

São necessárias 10 sessões de fisioterapia?

Não necessariamente. O número de sessões varia de acordo com a condição de cada paciente, seus objetivos, sua resposta ao tratamento e sua evolução.

Na avaliação inicial, identificamos as principais necessidades e estabelecemos um plano de tratamento individualizado. Ao longo do processo, a evolução é acompanhada e o planejamento pode ser ajustado conforme os resultados.

Mais importante do que cumprir um número pré-determinado de sessões é promover uma evolução consistente, buscando melhorar a função, reduzir os sintomas e proporcionar ao paciente mais autonomia para cuidar da própria saúde.

Eu vou ficar sem dor?

O objetivo do tratamento é reduzir a dor e melhorar sua função e qualidade de vida, mas a resposta varia de pessoa para pessoa.

A dor é uma experiência individual e pode ser influenciada por diferentes fatores, como alterações nos tecidos, sobrecarga, sono, estresse, hábitos e contexto de vida. Por isso, o tratamento não se concentra apenas no sintoma, mas busca compreender o que pode estar contribuindo para a sua dor.

Durante o processo, acompanhamos sua evolução e ajustamos as estratégias de acordo com suas necessidades e objetivos.

Terei que fazer manutenção? A dor irá voltar?

A necessidade de acompanhamento depende da condição de cada pessoa, de seus objetivos e de sua evolução.

Em alguns casos, após a melhora, pode ser indicado um acompanhamento periódico para prevenir novas limitações, manter os resultados e apoiar a continuidade dos cuidados. Em outros, o paciente recebe orientações e estratégias para seguir de forma mais independente.

É importante lembrar que uma eventual retomada da dor não significa, necessariamente, que exista uma nova lesão ou que todo o tratamento tenha sido perdido. Pode ser um sinal de que o corpo precisa ser reavaliado e de que alguns fatores precisam ser ajustados.

A dor que sinto tem a ver com uma lesão?

Nem sempre. A dor pode estar relacionada a uma lesão ou alteração nos tecidos, mas dor e lesão não são sinônimos.

A intensidade da dor nem sempre corresponde ao grau de alteração encontrado em um exame. Da mesma forma, algumas alterações podem estar presentes sem causar dor ou limitação.

Por isso, a avaliação considera não apenas exames de imagem, mas também seus sintomas, movimentos, função, rotina, histórico e outros fatores que podem estar influenciando a experiência da dor. A partir desse conjunto de informações, buscamos compreender melhor o seu caso e definir a abordagem mais adequada.

Tenho alterações nos exames. Isso significa que não vou melhorar?

Não necessariamente. Uma alteração encontrada em um exame não determina, por si só, que você terá dor, limitação ou que não poderá melhorar.

Os exames de imagem podem ser importantes para a compreensão de um quadro, mas precisam ser interpretados em conjunto com os sintomas, a avaliação clínica e a funcionalidade de cada pessoa.

Mesmo quando uma alteração estrutural não pode ser completamente modificada, isso não significa que não seja possível reduzir a dor, melhorar a função, aumentar a capacidade do corpo e recuperar qualidade de vida.

O foco do tratamento é compreender o seu caso de forma individualizada e trabalhar com aquilo que pode ser modificado para que você tenha mais segurança, autonomia e participação na sua vida.

É necessário ter encaminhamento médico para procurar a fisioterapia?

Não necessariamente. Você pode procurar diretamente um fisioterapeuta para realizar uma avaliação, identificar suas necessidades e verificar se a fisioterapia é adequada para o seu caso.

O fisioterapeuta é um profissional de primeiro contato, habilitado para avaliar alterações relacionadas ao movimento e à funcionalidade, estabelecer objetivos terapêuticos e elaborar um plano de tratamento individualizado.

Quando necessário, o cuidado pode ser realizado em conjunto com outros profissionais de saúde, favorecendo uma abordagem integrada e segura.

Quando devo procurar um fisioterapeuta?

Você pode procurar um fisioterapeuta quando perceber dor, desconforto, rigidez, perda de força, limitação de movimento ou alguma mudança na sua capacidade de realizar atividades do dia a dia.

Também não é necessário esperar a dor se tornar intensa ou persistente. Sobrecargas, movimentos repetitivos, alterações no desempenho físico ou dificuldades relacionadas à sua rotina podem ser motivos para uma avaliação.

A fisioterapia também pode contribuir para a prevenção e a manutenção da saúde.

Na avaliação, buscamos compreender não apenas onde está o sintoma, mas como ele se relaciona com sua rotina, seus movimentos e sua funcionalidade. A partir disso, definimos se a fisioterapia é indicada e quais estratégias podem fazer sentido para você.

Como funciona a primeira consulta de fisioterapia?

A primeira consulta é dedicada principalmente à avaliação e à compreensão do seu caso.

Conversamos sobre seus sintomas, histórico, rotina, atividades, limitações e objetivos. Em seguida, realizamos uma avaliação física e funcional, observando aspectos relevantes para compreender o que pode estar contribuindo para suas queixas.

A partir dessas informações, definimos os objetivos do tratamento e as estratégias mais adequadas para você.

Você também já recebe orientações relacionadas ao tratamento e, se necessário, alguma intervenção inicial.

Preciso fazer exames antes da avaliação?

Não necessariamente. A necessidade de exames depende de cada caso.

A avaliação fisioterapêutica começa pela compreensão dos seus sintomas, histórico, movimento e funcionalidade. Quando você já possui exames ou laudos, eles podem contribuir para a avaliação e devem ser considerados dentro do contexto clínico.

Caso seja identificada a necessidade de uma investigação complementar, o fisioterapeuta poderá orientar a busca pelo profissional adequado.

O tratamento é feito apenas com exercícios?

Não. Os exercícios são uma ferramenta importante da fisioterapia, mas o tratamento é definido de acordo com as necessidades e objetivos de cada paciente.

Dependendo do caso, podem ser utilizadas estratégias de educação em saúde, orientações complementares, terapia manual, entre outras abordagens.

O mais importante é que cada recurso tenha um propósito dentro do seu plano de cuidado e contribua para que você desenvolva mais capacidade e autonomia.

Estresse e emoções podem influenciar minha dor?

Sim. Dor é uma experiência complexa e pode ser influenciada por diferentes aspectos da vida, incluindo sono, estresse, emoções, contexto social, hábitos e experiências anteriores.

Isso não significa que a dor seja “apenas emocional” ou que ela não seja real. Significa que o sistema nervoso e o organismo funcionam de maneira integrada.

Por isso, compreender o contexto em que a dor acontece pode contribuir para uma abordagem mais completa, individualizada e assertiva do tratamento.

Preciso parar minhas atividades enquanto estou com dor?

Nem sempre. Na maioria dos casos, permanecer ativo, com os ajustes necessários, pode fazer parte do processo de recuperação.

A orientação depende da causa da dor, da intensidade dos sintomas, da capacidade atual do corpo e do tipo de atividade realizada. Algumas situações podem exigir redução ou adaptação temporária de determinadas atividades.

O objetivo é encontrar, de forma segura e progressiva, maneiras de manter ou recuperar sua capacidade de se movimentar e participar daquilo que é importante para você.

A fisioterapia considera minha rotina e meus hábitos?

Sim. A rotina faz parte da compreensão do seu caso.

Sono, trabalho, atividade física, períodos prolongados em determinadas posições, movimentos repetitivos, níveis de sobrecarga e outros hábitos podem influenciar sintomas e funcionalidade.

Por isso, além de tratar o que acontece durante a consulta, buscamos identificar estratégias que façam sentido para a sua realidade e que possam ser incorporadas ao seu dia a dia.

Por que pessoas com o mesmo diagnóstico podem ter tratamentos diferentes?

Porque um diagnóstico não descreve sozinho a experiência de cada pessoa.

Duas pessoas podem apresentar a mesma condição e, ainda assim, ter sintomas, limitações, histórico, rotina, objetivos e respostas ao tratamento diferentes.

Por isso, a fisioterapia não deve ser baseada apenas no nome de um diagnóstico. O plano terapêutico é construído a partir da avaliação individual e pode ser ajustado conforme a evolução de cada paciente.

Quando é necessário procurar outro profissional de saúde?

A fisioterapia faz parte de um cuidado em saúde que pode envolver diferentes profissionais.

Durante a avaliação, podemos identificar situações que necessitem de investigação, acompanhamento ou intervenção de outra área. Nesses casos, o encaminhamento ou trabalho conjunto com médicos, psicólogos, nutricionistas, educadores físicos ou outros profissionais pode ser importante.

Reconhecer quando o cuidado precisa ser ampliado também faz parte de uma prática responsável e centrada no paciente.

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