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Psicologia

Ligia Martinelli

Psicóloga com especialização em Psicologia Analítica Junguiana — CRP 06/36513

Psicóloga Graduada pela PUC Campinas desde 1990, com especializações na área da Psicologia Clínica e das Organizações.

Especialização em Psicologia Analítica Junguiana pela UNICAMP, concluída em 2003.

Atendimentos com enfoque nas áreas da Psicologia Junguiana, Psicologia Arquetípica, Mitologia Grega, Alquimia Simbólica, Linguagem dos Sonhos, Imaginação Ativa, Religiões Comparadas, História e Física Moderna.

Prática Clínica Humanista no atendimento a pacientes em seus processos de individuação, buscando uma visão holística, integrativa e profunda do psiquismo humano.

Atendimentos presenciais ou no formato online; voltados a adolescentes, adultos, idosos, casais e famílias.

Ligia Martinelli, psicóloga analítica junguiana da Mental Help
“Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, desperta.”Carl G. Jung, citado por Ligia Martinelli

Dúvidas comuns sobre a abordagem junguiana

Esclarecimentos sobre a abordagem junguiana

A psicologia analítica foi desenvolvida por Carl Gustav Jung e parte da ideia de que o psiquismo se organiza entre o que já é consciente e o que ainda não é. O centro desse trabalho é o processo de individuação: o caminho de reconhecer e integrar aspectos próprios que foram deixados de lado ao longo da vida.

Na prática, é uma conversa clínica em que entram a história de vida, os sonhos, as imagens e os símbolos que aparecem para cada pessoa. Não existe interpretação pronta nem manual de significados: o sentido é construído junto, no ritmo de quem está vivendo aquilo.

É uma abordagem que costuma fazer sentido em momentos de transição, crise ou busca por direção, e atende adolescentes, adultos, idosos, casais e famílias, presencialmente ou online. Quando o caso pede acompanhamento médico, o trabalho segue em conjunto com a psiquiatria, sem substituição.

Esclarecimentos sobre interpretação de sonhos

O sonho não é previsão nem mensagem cifrada com significado único. Ele é uma produção do próprio psiquismo, que se expressa por imagens em vez de palavras — e por isso costuma mostrar o que ainda não conseguimos formular acordados.

No consultório, o trabalho começa pelo relato: o que apareceu, o que aquilo lembra, que sensação deixou. A partir daí ampliamos a imagem com repertório simbólico e cultural, mas quem confirma se um sentido serve é sempre a pessoa que sonhou.

Não é preciso lembrar dos sonhos para se beneficiar da análise, e nenhum sonho precisa ser “decifrado” de imediato. Muitas vezes o valor está em acompanhar as imagens que retornam ao longo do tempo, porque elas costumam marcar o que está em movimento.

Curiosidade sobre o trabalho com mitologia e símbolos

Os mitos são histórias que a humanidade repete há milênios porque tratam de experiências que se repetem: perder, recomeçar, escolher, amadurecer, enfrentar o desconhecido. Na psicologia junguiana, esses padrões recorrentes são chamados de arquétipos.

Trazer mitologia, alquimia e símbolos para a clínica não é erudição: é oferecer uma linguagem para aquilo que é difícil de nomear. Reconhecer que a própria dor tem a forma de uma história maior costuma diminuir o sentimento de isolamento e dar contorno ao que parecia solto.

Isso não exige nenhuma crença, nem substitui a religião ou os valores de quem procura atendimento. São imagens usadas como ferramenta de compreensão, sempre a partir da história concreta de cada pessoa.

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